Categoria: Dicas de Logística

  • Logística Integrada: Quais os benefícios e vantagens?

    Logística Integrada: Quais os benefícios e vantagens?

    Logística integrada nada mais é do que o conceito de gerenciar toda a cadeia de maneira eficaz e totalmente estratégica.

    Aliar os departamentos de controle de estoque, expedição e transporte pode ser uma excelente forma de facilitar os processos de outras áreas como compra, venda, processo produtivo e marketing.

    O aumento da comunicação entre os setores tem sido apontado como fator primordial no sucesso de uma empresa, isso porque a troca de informações possibilita proporcionar ao negócio justamente o que ele precisa para atender a demanda do mercado.

    Através disso, é possível evitar falhas e excessos para garantir bons resultados diante do mercado. A sinergia dos setores é sentida em uma empresa, quando todos trabalham com um objetivo em comum, o cliente é bem atendido.

    Confira mais benefícios da logística integrada!

    Aumento da competitividade

    Empresas que trabalham de forma organizada e com os setores entrosados estão prontas para ganhar o mercado. Pois é fato que todos os processos de reposição de mercadorias, cálculo de custos, divulgação, vendas e entregas serão realizadas em tempo hábil.

    O uso de softwares efetivos permitem um atendimento mais ágil, questão que é muito valorizada pelo cliente.

    Com isso, a empresa conquista o mercado e tem vantagens competitivas diante da concorrência.

    Reduz custos operacionais

    Com um sistema de logística integrada é possível criar processos operacionais mais eficientes. Além disso, a visão estratégica permite que ocorra um planejamento coerente em redução de custos, isso é perfeitamente possível já que um ambiente produtivo é criado e os erros e falhas são minimizados.

    Processos eficientes melhoram os custos e também evitam o desperdício de tempo dos profissionais com retrabalho, bem como o uso inapropriado de materiais.

    Aumenta os lucros da empresa

    Quando existem boas práticas logísticas, a redução de custos operacionais é uma realidade. Com isso, a empresa consegue obter lucratividades maiores.

    A tecnologia é grande aliada da logística integrada, é através disso que o trabalho é otimizado e as funções são realizadas conforme o planejado.

    Menos falhas, menos prejuízos, logo, os lucros são maiores.

    Agilidade nos processos

    Com uma gestão integrada dificilmente os problemas ficarão da gaveta, questão que atinge muitas empresas.

    O compartilhamento de informações torna todos os processos mais rápidos, com isso, reduz muito os riscos de erros.

    Ademais, todas as decisões tomadas são com base de informações confiáveis, isso dá tempo de criar mecanismos de trabalho ágeis para ter um diferencial diante da concorrência.

    Aumento da produtividade e otimização de resultados

    A logística integrada é grande refletora no aumento de produtividade na empresa, isso porque é possível melhorar os serviços realizados pelos colaboradores sem sobrecarregá-los.

    Quando existe um processo, é mais fácil de executar as atividades propostas. Dessa forma, as pessoas trabalham com mais disposição para alcançar os objetivos da organização.

    Sem dúvida nenhuma, a automatização dos serviços veio para colocar abaixo os trabalhos manuais que geravam muitos erros e retrabalhos. Além disso, eram inimigos da alta produtividade e nem sempre geravam resultados positivos.

    O empresário precisa compreender que a empresa deve operar de forma mais dinâmica e depender cada vez menos de trabalhos manuais que possam culminar falhas e até mesmo, perder ritmo de atendimento da demanda do mercado.

    A companhia que deseja melhorar o seu posicionamento frente ao mercado precisa investir na logística integrada. Através dessa simples ação, é possível ter mais tranquilidade na gestão dos negócios.

    Resumindo, a logística integrada deve ser vista como a evolução da logística tradicional, onde é possível controlar todas as etapas de um ciclo de vida de um pedido.

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  • 5 Dicas extremamente úteis sobre centro de distribuição que você precisa conhecer

    5 Dicas extremamente úteis sobre centro de distribuição que você precisa conhecer

    O CD – Centro de Distribuição é um espaço pertencente às empresas e indústrias destinado ao armazenamento dos produtos fabricados ou comprados para revenda que aguardam a sua comercialização.

    O ambiente é um centralizador de estoque, à partir dele que as mercadorias são despachadas para outras filiais ou aos clientes. A implementação de um centro de distribuição torna a logística dos produtos mais rápida e flexível, além disso, permite o atendimento adequado para diversos pontos de venda.

    Para estruturar um centro de distribuição eficiente é necessário um conhecimento técnico e alguns cuidados para evitar erros que podem prejudicar o trabalho. Confira à seguir algumas dicas:

    A escolha do local é importante

    O objetivo do centro de distribuição é justamente facilitar a distribuição dos produtos para os pontos de venda. Para isso, é fundamental eleger uma localização que tem fácil acesso de veículos de cargas, além disso, é necessário avaliar se existem restrições de tráfego de caminhões na região.

    Um centro de distribuição precisar se estabelecer em um local de fácil acesso para todas as regiões, desse modo, os prazos de entregas de produtos sempre serão respeitados.

    Tenha uma estrutura planejada

    Essa requer muito planejamento, é importante avaliar se o local consegue comportar a atividade que será realizada. Algumas coisas são: Instalação e docas cobertas para carga e descarga de produtos, capacidade de peso do piso, iluminação eficiente, segurança da região, sistema de alarmes e combate ao incêndio.

    Outro ponto essencial em um centro de distribuição é o layout da disposição das mercadorias. Ele deve ser bastante funcional e ter um espaço apropriado para uma armazenagem eficiente e de fácil acesso pelos funcionários.

    Desse modo, a separação de pedidos e reposições ficam fáceis e dinâmicas. Além disso, não sobrecarrega a equipe e reduz as chances de falhas.

    Planeje os processos

    Essa etapa é extremamente importante justamente porque vai chegar a hora de colocar em prática e se não tiver um planejamento a ser seguido, certamente não vai dar certo.

    Os funcionários devem ser treinados, pois eles precisam saber o passo a passo de como realizar o trabalho, bem como agir em determinadas situações. As normas devem ser implementadas e também testadas para ver se é possível atingir o objetivo dessa forma.

    Através da análise desses processos também é fácil identificar as falhas para evitar os prejuízos.

    Invista em tecnologia

    Em um centro de distribuição, a tecnologia é uma grande aliada, pois é através dela que é possível manter a organização do estoque, entregas e recebimentos.

    A automatização de processos gera maiores ganhos financeiros, pois evita erros e perdas, bem como aumenta a produtividade já que as operações ficam mais simplificadas para todos os envolvidos.

    Os sistemas mais usados geralmente são: ERP, TMS e o WMS.

    O ERP centraliza as informações de todas as áreas, por isso, permite o gerenciamento de tudo através de uma única ferramenta. O TMS ajuda no que se refere ao transporte, bem como criação de rotas e registro de ocorrências. E por fim, o WMS é voltado a gestão do estoque, onde registra entradas, saídas, trocas e itens danificados.

    Faça inventários regulares

    O gestor precisa avaliar as atividades da empresa e o controle de estoque não pode ser negligenciado em nenhuma hipótese.

    Mesmo com toda a tecnologia disponível, o inventário sempre é uma tarefa difícil. Por isso, no geral as empresas fazem isso somente 1 vez ao ano. No entanto, a indicação dos especialistas é que se faça em períodos menores de tempo.

    Uma boa dica é definir classes de produtos por período, desse modo, não é necessário que vários funcionários se mobilizem para a execução do inventário.

    Quando isso vira rotina, a identificação de falhas e também das suas causas se tornam mais eficientes. Desse modo, o gestor pode tomar decisões mais certeiras para a resolução do problema.

    A melhor forma de gerenciar um centro de distribuição com eficiência é criar políticas de melhorias contínuas, ou seja, a empresa sempre deve continuar buscando aprimoramento nos processos, seja em normas e procedimentos, treinamento da equipe ou investimento em novas tecnologias.

    O foco é sempre fornecer uma logística mais eficiente e com cada vez menos falhas nos processos.

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  • O que é transporte Intermodal e Multimodal? Conheça as diferenças entre as duas operações

    O que é transporte Intermodal e Multimodal? Conheça as diferenças entre as duas operações

    Transporte intermodal e multimodal são duas operações distintas, mas que possuem ligação entre si.

    Em ambas as formas são usadas mais de um meio de transporte, ou seja, se mesclam vias terrestres, aéreas e aquáticas para que a mercadoria chegue no seu destino final e se conclua o seu processo logístico.

    À seguir, entenda como funciona cada uma delas!

    O que é o transporte intermodal?

    O transporte intermodal utiliza mais de uma modal de transporte para entregar a carga no seu destino. Pode se valer de caminhão, navio, trens e outros.

    Nesse caso, cada operação tem seus documentos emitidos individualmente, além disso, a responsabilidade diante do serviço recai sobre todos os transportadores envolvidos, cada com o seu trecho.

    A cada mudança de modal há um novo contrato para acompanhamento da carga.

    Nessa combinação de potencialidades dos distintos modos de transporte são esperadas boas reduções de custos e também do tráfego rodoviário, bem como a segurança da carga.

    O seu lado negativo é que o processo de mudança de uma modal para outra pode impactar no prazo de entrega, ou seja, causar mais demoras devido não só a transferência da carga, mas especialmente nos trâmites administrativos.

    No entanto, se a rede de empresas trabalham com boa estrutura, simplificação de processos e novas tecnologias, essa modal se mostra muito eficiente.

    O que é o transporte multimodal?

    No transporte multimodal são utilizadas dois ou mais transportes para levar a mercadoria até o destino final. Na maioria das vezes são aliados o uso de caminhões, navios e trens.

    Todo o trajeto que a carga faz, bem como as trocas de modais são realizadas com apenas um contrato que é feito pela empresa que despacha a mercadoria e o ” Operador de Transporte Multimodal (OTM), que assume a responsabilidade total desde a origem até o destino da carga.

    O documento usado no transporte multimodal é o CTMC (Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas). Ele é válido como contrato e também nota fiscal.

    O operador de transporte é o grande responsável em organizar todos os processos logísticos, sobretudo, as mudanças de modais. Ele deve fazer isso em nome do cliente com quem firmou o contrato para despachar a carga.

    Quais as diferenças entre o transporte modal e o transporte intermodal?

    Embora ambas sejam parecidas, pois utilizam dois ou mais transportes para levar uma mercadoria até o destino final, o que se difere é seu modo operante, confira:

    – Emissão de documentos – No transporte intermodal, a cada troca de veículo são emitidos novos documentos e o contrato é renovado.

    Já no transporte multimodal a carga segue do remetente até o seu destino com apenas um documento (CTMC) que é válido como nota fiscal e contrato. Ou seja, é mais prático e dinâmico.

    – Responsabilidades – Na modalidade intermodal os prestadores de serviço tem responsabilidades divididas. Nesse caso, cada um responde pelo trecho em que realizaram o transporte.

    O transporte multimodal claramente possui menos burocracia durante o processo de deslocamento da carga, pois somente o operador se responsa por todas as etapas. Por isso, esse é um dos métodos mais usados no Brasil para o transporte de commodities como o café, arroz e soja.

    Através dessa modal, existe uma facilidade de resolver problemas com a carga, se houver, pois geralmente o OTM – Operador, possui um sistema bem informatizado do início ao fim do processo.

    Já no transporte intermodal existe a possibilidade de reduzir os custos em cada trecho individualmente, não só no transporte, mas também em armazenagem e outros serviços.

    Ambos os conceitos são capazes de cobrir necessidades específicas do mercado, já que cada região possui suas particularidades em questão de disponibilidade de transporte.

    Todavia, para saber se os benefícios são competitivos, é necessário realizar estudos e também cálculos para investigar as vantagens entre o transporte intermodal e multimodal.

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  • Documentação de Transporte: Você sabe o que deve conferir na transportadora?

    Documentação de Transporte: Você sabe o que deve conferir na transportadora?

    A maioria das empresas possui um sistema logístico para o recebimento e envio de mercadorias. Para que esse serviço transcorra normalmente e sem dores de cabeça é necessário providenciar ou conferir a documentação de transporte exigida por lei.

    Se você recebe ou envia mercadorias através de uma transportadora, é fundamental que faça essa verificação para saber se a empresa contratada atende essas especificações.

    Todas as empresas que trabalham com esse modal precisam manter a documentação de transporte em dia, não importa qual seja a distância percorrida para entrega desse material.

    Portanto, para operar legalmente no Brasil, as empresas transportadoras devem emitir alguns documentos. No momento da entrega dos produtos, é fundamental que o recebedor faça essa conferência. O não cumprimento dessas exigências podem resultar em multas e apreensão do veículo. Saiba quais são:

    Conhecimento de Transporte Eletrônico – CT-e

    Essa na verdade é a Nota Fiscal do prestador de serviço que no caso é a transportadora. O documento é emitido eletronicamente, onde são informados o tipo de serviço que será prestado.

    É através do conhecimento de transporte que a empresa que fará o deslocamento desse material comprova que executou o serviço e também pagará os impostos da sua atuação.

    O documento tem validade em todo o Brasil, ele serve como conhecimento de transporte rodoviário, aquaviário, aéreo e ferroviário.

    O CT-e deve acompanhar a carga, inclusive, se o veículo for parado em postos de fiscalização, a veracidade do documento pode ser comprovada através da consulta na Secretaria da Fazenda eletronicamente.

    Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais – MDF-e

    De acordo com a Secretaria da Fazenda, o Manifesto é um documento fiscal que também é emitido pela internet, sua existência é digital e serve para facilitar o registro de todos os documentos relacionados aquela carga transportada.

    Desse modo, fica mais fácil identificar a unidade da carga, bem como outras características das mercadorias transportadas.

    Em suma, o manifesto é um documento que informa onde mercadoria e os documentos referente a carga estão.

    O MDF-e acompanha a mercadoria durante o deslocamento até o destino.

    Nota Fiscal Eletrônica – NF-e

    Toda a mercadoria deve ser acompanhada de nota fiscal, no entanto, essa é a responsabilidade do ” vendedor” do produto e não da ” transportadora em si”.

    Entretanto, nenhuma transportadora séria faz deslocamento de produtos sem nota fiscal, pois sabe-se que qualquer operação de compra e venda de mercadorias devem acompanhar esse documento fiscal em todo o território nacional.

    A função da nota fiscal é comprovar uma operação comercial, bem como, recolher os impostos devidos.

    Riscos de transportar mercadorias sem os documentos

    As transportadoras que fizerem o deslocamento de algum tipo de mercadoria sem a presença da Nota Fiscal, Conhecimento Eletrônico e Manifesto podem enfrentar grandes penalizações.

    Os riscos compreendem o pagamento de multas altíssimas e também, apreensão da carga e do veículo.

    Ainda assim, existem empresas de transporte que atuam na ilegalidade e circulam pelo País sem documentação. Essa ação pode trazer grandes prejuízos inclusive para o contratante do transporte que não terá a garantia de uma carga segurada e também a apreensão das mercadorias.

    A documentação de transporte é fundamental para garantir que a mercadoria chegue ao seu destino sem contratempos graves que podem culminar na perda da carga.

    Contratar uma transportadora séria e que atua na legalidade pode livrar o remetente e até mesmo o destinatário da carga de diversos prejuízos. Portanto, é ideal avaliar se todos os documentos são emitidos dentro da legalidade e se a empresa prestadora de serviço possui essa preocupação.

    Antes do envio da mercadoria, o destinatário saberá se todos dos documentos foram emitidos, pois a transportadora emite a documentação de transporte eletronicamente e já pode encaminhar o comprovante.

    Quando o destinatário receber a mercadoria, também terá acesso aos documentos fiscais que acompanharam a carga durante o trajeto.

    Sabendo disso, permita que as suas mercadorias sejam deslocadas somente por empresas sérias e que seguem a legislação, desse modo, sua carga estará segurada.

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  • Fretes rodoviários: Entenda o que pode interferir nos valores!

    Fretes rodoviários: Entenda o que pode interferir nos valores!

    A composição dos fretes rodoviários é influenciada por diversos fatores que, inclusive, vão muito além da distância entre o destinatário e o remetente.

    Para as transportadoras manter um determinado valor de frete é um grande desafio. Além disso, é necessário seguir um plano rigoroso de controle para não errar e não prejudicar os negócios.

    Abaixo, você vai conhecer os 5 principais fatores que influenciam os fretes rodoviários!

    Valor da Nota Fiscal da mercadoria

    Embora as transportadoras só façam o deslocamento, o preço cobrado no frete depende também do valor constante na Nota Fiscal que acompanha os produtos.

    O motivo disso é que a transportadora precisa realizar o seguro da carga visando sempre gerenciar os riscos. Além disso, existem impostos que também são calculados com base no valor transportado.

    Portanto, quanto mais alto for o valor da mercadoria, maior será o frete.

    Categoria do produto transportado

    Perecível, visado, frágil e outras características especiais exigem também cuidados especiais durante o manuseio e deslocamento. Portanto este é um fator que pode interferir muitos nos valores de frete.

    Geralmente, cargas perecíveis precisam de um transporte mais rápido, sem mencionar que em alguns casos, necessitam de refrigeração, como é o caso de alimentos congelados, medicamentos, flores e etc.

    Distância

    O cálculo da quilometragem é feito para saber o gasto do combustível entre o local da coleta e a entrega. Todavia, dentro desses fatores ainda existem outras situações que acabam aumentando o preço do frete, são elas:

    • Pedágios – Longas distâncias sempre tem essa cobrança, quando as cargas são fracionadas, o valor pode ser dividido entre os clientes;
    • Taxa de restrição de trânsito – Alguns lugares possuem restrição com relação à circulação de caminhões em determinados horários, um grande exemplo disso, é São Paulo, por isso, algumas transportadoras cobram uma taxa extra para realizar a entrega em certos locais.
    • Taxa de coleta –  Nem todas oferecem esse serviço gratuito. Especialmente quando o endereço de retirada de mercadoria é de difícil acesso ou muito longe da transportadora.

    Pesos e Dimensões

    Para fazer uma cobrança mais justa são avaliados os dois fatores, pois uma mercadoria pode ser leve, entretanto, de grande dimensão ocupando bastante espaço no caminhão.

    Portanto, a variável do peso sempre inclui a comparação do peso bruto e o peso cubado. O resultado maior entre eles é usado para calcular o frete do transporte.

    Características do destinatário

    Se a entrega dos produtos é em área considerada de alto risco, certamente o frete vai custar mais, por envolver risco de de assaltos e roubos.

    Entram nessa lista também regiões de difícil acesso, onde o veículo não consegue chegar e os profissionais devem carregar a carga manualmente ou com uso de equipamentos não motorizados.

    Caso haja algum tipo de impasse ou retrabalho para entregar a mercadoria ao destinatário, a transportadora ainda poderá cobrar uma taxa extra do remetente.

    Outro ponto importante são os ” prazos diferentes”. A exigência de uma entrega rápida ou até mesmo com dia e data agendados pode encarecer o frete, pois a empresa transportadora precisa realizar um cronograma personalizado para aquele determinado cliente. Isso demanda programação e um aporte maior de profissionais.

    Impostos

    O ICMS (Impostos sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) também é adicionado aos valores dos fretes rodoviários.

    Essa medida serve para transportes intermunicipais e interestaduais. Para os transportes dentro do mesmo município é cobrado o ISS.

    Além desses fatores mencionados acima, algumas transportadoras estipulam um ” valor mínimo” para a cobrança de fretes rodoviários.

    Nesse caso, mesmo que o peso maior entre o bruto e o cubado seja pequeno, eles podem cobrar uma espécie de valor fixado para levar a carga.

    É uma forma de atuação totalmente legal, onde cada transportadora tem a liberdade de definir como fará o cálculo, de um modo que seja justo para eles e também esteja dentro da realidade do seu cliente.

    É fundamental que as transportadoras viabilizem um ” cálculo certo”, tanto para elas obterem lucros, como para não seres injustos com o cliente. Infelizmente, muitas empresas do ramo erram feio e acabam tendo grandes prejuízos em suas operações.

    Devido à complexidade desse ramo, já existem calculadoras especiais que ajudam os profissionais da área a realizarem o seu trabalho com mais precisão.

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  • Os 4 tipos de logística que você precisa conhecer!

    Os 4 tipos de logística que você precisa conhecer!

    O conceito de logística é bastante abrangente, no entanto, muitas pessoas imaginam que se trata somente do transporte de mercadorias. A palavra ” logística” é de origem Grega, o seu significado faz referência às “habilidades de raciocínio lógico e cálculo”. Pode-se dizer que no campo empresarial, as táticas logísticas utilizadas é uma inspiração dos campos de batalhas durante a Segunda Guerra Mundial.

    Essa comparação foi feita porque para ganhar uma guerra, os generais precisavam montar esquemas muito complexos e eficientes para armazenar e transportar armas e suprimentos.

    E foi através dessas estratégias que as empresas passaram a se organizar para conseguir o mesmo resultado na logística do seu negócio.

    Portanto, se fosse definir o que é logística em uma só frase, seria: “Planejar, executar, controlar de forma extremamente eficiente o transporte, a movimentação e o armazenamento de produtos e matérias primas dentro e fora das empresas”.

    A logística é uma área que se encarrega de muitas atividades, e possui diferenciações, veja a seguir os 4 tipos de logística que você precisa conhecer:

     

    Logística de Abastecimento

    Planejar e gerenciar os materiais para que eles estejam sempre disponíveis quando solicitados.

    Nessa etapa, o profissional responsável precisa ter conhecimento à respeito do armazenamento e transporte de matéria prima, pois ele precisa assegurar que haverá recursos necessários conforme a demanda.

    Sem mencionar, que esse profissional também precisa gerir os custos dos projetos, ou seja, buscar suprimentos que tenham qualidade, mas também preço competitivos.

     

    Logística Reversa

    Esse é um dos tipos de logística usada para planejar as estratégias de saída, deslocamento e retorno de materiais.

    Além  disso, ela também recupera os suprimentos que sobraram em um processo de produção, montagem ou venda com o objetivo de reintegrar esses materiais ao estoque.

    Citamos um exemplo de empresas que trabalham com essa logística:

    Antigamente, as marcas de refrigerantes vendiam a bebida em garrafas de vidro, entretanto, para comprar novas unidades, os consumidores precisavam levar a garrafa vazia.

    Ou seja, as empresas recebiam de volta esse suprimento e o setor logístico de coleta fazia o controle, já que a respectiva marca do produto tinha que fazer a reutilização desses vasilhames.

    Esse é o papel da logística reversa, ela atua com a sustentabilidade, ou seja, impede que parte dos produtos sejam descartados na natureza e em lugares inapropriados.

    A maioria das fábricas de refrigerantes não trabalham mais com esse tipo de logística, pois mudaram seus vasilhames, em contrapartida, muitas outras empresas fazem isso como a NESPRESSO, que vende cápsulas de café. Eles possuem pontos de recolhimento que vão direto para a reciclagem.

    Empresas que trabalham com a logística reversa estão sempre pensando em como reduzir o impacto que seu produto promove no meio ambiente.

     

    Logística de Distribuição

    Agora estamos falando de uma logística conhecida por muitas pessoas, aquela que é responsável pelo planejamento das entregas.

    O estoque é o coração da empresa, por isso, o centro de distribuição de mercadorias deve ser bem gerido através de diversas etapas, que são:

    • Conferência de cargas
    • Planejamento de roteiro de entregas
    • Controle dos transportes
    • Gestão dos fretes
    • Monitoramento

    Nesse tipo de logístico, o profissional responsável precisa cuidar da reposição do estoque, observar os prazos de validade e inspecionar os equipamentos de carga e descarga.

     

    Logística de Produção

    Muito usada em indústrias, essa modalidade de logística evidencia a conversão da matéria prima em produto final.

    Portanto, o responsável precisa coordenar as etapas de montagem e fabricação objetivando o controle  de fluxo de materiais entre a fábrica e a empresa que na maioria das vezes precisa de uma armazenagem intermediária para manter os postos de trabalho sempre abastecidos.

    Não se pode esquecer que essa logística também envolve o acompanhamento do mercado externo, pois é preciso esse controle para criar um planejamento de produção a curto, médio e longo prazo para prevenir  sobras de mercadorias e prejuízos.

    Através do que foi mencionado acima, é possível perceber que a logística não está relacionada somente às modais de transporte e nem somente ao estoque, mas sim, com toda a cadeia de suprimentos de um negócio.

    Além disso, existem formas de se aperfeiçoar em um desses tipos de logística através de treinamentos e cursos.

     

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  • 5 dicas extremamente úteis sobre controle de estoque para pequenos negócios

    5 dicas extremamente úteis sobre controle de estoque para pequenos negócios

    O controle de estoque para pequenos negócios é essencial, assim como para os médios e grandes. Afinal, é nele que se encontram os ativos da empresa que vão se reverter em lucro.

    O grande problema é que o micro e pequenas empresas acabam negligenciando muito essa parte do controle de estoque, talvez, por falta de experiência dos profissionais e da própria gestão, ou conhecimento em sistemas de gestão que possam facilitar o equilíbrio de entrada e saída de mercadorias.

    À partir do momento que se compreende a necessidade de cuidar do seu patrimônio para controlar as finanças e garantir o crescimento do negócio, o controle de estoque vira uma rotina mais que urgente!

    Abaixo, confira algumas dicas importantes de como fazer o controle de estoque para pequenos negócios de forma simplificada:

     

    Mantenha registros de entradas e saídas

    Médias e Grandes empresas possuem um sistema de gestão para controlar as entradas e saídas. Pequenas empresas e negócios também podem ter, pois já existem softwares especializados em atender o micro e pequeno empreendedor, que aliás, possuem um preço justo.

    No entanto, se sua empresa não vê necessidade de ter um sistema de gestão, pois seu estoque ainda é pequeno e totalmente controlável com anotações, então, é possível elaborar uma planilha simples onde serão anotados as entradas e saídas de cada item.

    Esse simples ato, já permite que a sua empresa saiba a hora exata de fazer a reposição das peças e também, essa ação evita de comprar mais itens que não vendem tanto.

    Mas, lembre-se, se o objetivo do negócio é o crescimento, invista em softwares, eles são práticos e não fazem os funcionários perderem tempo. Os métodos manuais estão caindo em desuso.

     

    Padronize descrição e códigos de mercadorias

    Organização é o ponto chave no controle de estoque para pequenas empresas,  desse modo, todos os funcionários conseguem compreender de que produto está sendo falado.

    A classificação dos itens é fundamental para armazenar o produto de forma correta e simples de serem encontradas. Por exemplo:

    Código – 336366 – Copo para água (Produto) – Categoria (Utilidades de Cozinha).

    Esse controle é perfeito, pois ajuda no armazenamento, cadastro no sistema e também para a venda.

     

    Treinamento dos funcionários

    Por mais que se tenha um grande controle de estoque, ele não serve para absolutamente nada se os profissionais que lidam com os produtos não sabem usar e atualizar o sistema.

    Quando ocorre entrada de itens novos, é necessário cadastrar um por um de maneira correta. O mesmo ocorre quando eles são vendidos, é necessário dar baixa.

    Já existem no mercado softwares integrados que interligam o setor de compras com o estoque, ele centraliza as informações e não permite que haja falta dos itens que são mais vendidos na empresa.

    Aliás, os funcionários que atuam no estoque, compras e vendas precisam se comunicar!

     

    Redução de Perdas e Danos

    Quando a empresa investe em um bom software de gestão e treina a equipe de colaboradores, os problemas com quebras, vencimentos  e perdas de produtos são menores.

    É necessário que haja conscientização que o capital da empresa está aplicado no estoque de produtos, por isso, ele  é um dos setores mais importantes, deve ser cuidado como tal para que a margem de perda seja reduzida.

    Além disso, o trabalho organizado permite que os funcionários prestem mais atenção nos pequenos detalhes, especialmente se a empresa trabalha com produtos perecíveis.

     

    Redução de produtos parados

    Todas as empresas possuem aqueles produtos considerados ” ovelhas negras” e que fazem aniversário nas prateleiras. O controle de estoque para pequenos negócios visa justamente evitar esse tipo de coisa, uma vez que para empresas menores, isso pode representar grandes perdas no faturamento.

    Ter um capital parado não é um bom negócio. Uma gestão eficiente do estoque vai mostrar quais são esse itens que não giram rapidamente, desse modo, é possível promover ações para agilizar a sua saída.

    É fundamental fazer esses produtos parados girarem, pode ser através de promoções. Dessa forma, o dinheiro entra para aplicar em itens que vendem e trazem boa lucratividade para a empresa.

    Outro detalhe muito importante para o controle de estoque para pequenos negócios é manter profissionais no setor de compras atentos as últimas tendências do mercado. Ou seja, é essencial saber o que o cliente está buscando para não errar na compra de materiais e ficar com o estoque parado.

     

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  • 5 lições sobre gerenciamento e controle de qualidade que você precisa aprender para ter sucesso

    5 lições sobre gerenciamento e controle de qualidade que você precisa aprender para ter sucesso

    O gerenciamento e controle de qualidade se resume na checagem da qualidade e consistência final de um produto ou serviço. Nesse processo ocorrem o monitoramento de certificação do que de fato está sendo oferecido ao mercado e se realmente comporta os requisitos exigidos.

    Quando se fala de gerenciamento ou de gestão, também se atribui o alinhamento e a padronização dos processos e pessoas para garantir que todos os produtos e serviços oferecidos por aquela companhia, atende os consumidores de maneira satisfatória.

    Todas as empresas, seja de pequeno, médio ou grande porte querem alinhar seus processos para estabelecer padrões de produtos ou serviços. Em contrapartida, elas precisam monitorar e testar a qualidade do que está sendo vendido antes de liberar a comercialização.

    Saiba o que você deve aprender sobre gerenciamento e controle de qualidade para o seu negócio ter sucesso!

     

    Planejar o gerenciamento de qualidade

    Criar estratégias para definir um padrão de qualidade, é uma garantia que toda a equipe tenha um direcionamento, especialmente quando o negócio começa a crescer.

    Imagine a seguinte situação: Você tem uma empresa que confecciona roupas, mas não possui um planejamento à respeito dos tecidos usados e nem um controle de qualidade para avaliar os tamanhos.

    Certamente, o seu negócio corre riscos de vender uma roupa de tamanho G parecendo M, ou seja, sem qualquer padronagem de tecidos e tamanhos. Isso pode fazer com que a marca perca mercado, pois os consumidores podem notar esse deslize, que para ele significa ” falta de padrão e qualidade”.

    Um empresa de sucesso, tem produtos e serviços padronizados, ou seja, não importa o volume e nem quando for vendido. O resultado final sempre será o mesmo.

    Portanto, “Identifique quais são os requisitos e padrões do seu projeto (produto, serviço e procedimentos), coloque tudo no papel para documentar e demonstrar conformidade”.

     

    Execução do plano de qualidade

    É necessário que o projeto saia do papel, ou seja, implantar o sistema de procedimentos em todos os setores da empresa que definem como os processos devem ser feitos.

    Para que isso aconteça, é necessário que a gerência e as lideranças estejam abertos a conviver mais com suas equipes, eles precisam ouvir, motivar, delegar e principalmente, informar mais o pessoal.

    Os líderes são os grandes responsáveis por montar equipes funcionais, são eles que precisar treiná-los para que cumpram as exigências do projeto.

     

    Comunicação efetiva entre os departamentos

    O gerenciamento e controle de qualidade não é responsabilidade de apenas um setor, mas sim, de todos. É uma espécie de cadeia produtiva que precisa andar em sintonia para que no final, o resultado seja o esperado.

    Todos os envolvidos precisam estar alinhados para garantir que tudo saia da maneira esperada.

    Portanto, qualquer problema detectado, deve ser rapidamente reportado entre todos da equipe. Para isso, é indispensável que a empresa tenha algum sistema de comunicação integrada, desse modo, é possível minimizar as falhas.

     

    Inovação

    A qualidade não está somente relacionada a entregar um produto bom para o consumidor, mas sim, em antecipar as suas necessidades, sempre com o comprometimento de melhorar e inovar sempre.

    Uma empresa precisa estar sempre aberta às novas tecnologias, sobretudo, na utilização de indicadores de desempenho.

    Desse modo, é possível criar soluções modernas e principalmente, prevenir crises e problemas que muitas vezes são recorrentes no negócio.

     

    Controlar a qualidade sempre

    O gerenciamento e controle de qualidade é um trabalho constante, ou seja, ele nunca para.

    Esse processo de monitoramento tem o objetivo de registrar a execução das atividades para avaliar como está o desempenho. Dessa forma, é possível perceber se existe alguma necessidade de mudar os processos, matéria prima e até mesmo equipe.

    Gerenciar o sistema de qualidade é fundamental para conquistar e manter clientes.

    Um empresário de sucesso nunca se acomoda, ele é um visionário que prevê as mudanças no mercado, por isso, está sempre a espreita procurando melhorar sempre.

    As lições aprendidas tem como objetivo a ” melhoria contínua”, pois é através disso que a capacidade de alcançar um nível de excelência aumenta.

    Fazer os registros dos erros e acertos é a melhor forma de aprender e tornar um projeto cada vez melhor.

     

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  • 3 maneiras diferentes de definir o que é Logística

    3 maneiras diferentes de definir o que é Logística

    Todas as pessoas contratam ou são beneficiárias de serviços de encomenda, transporte e logística, e muitas pessoas até mesmo trabalham diretamente com Logística. Mas todas as pessoas sabem realmente o que é Logística? Vamos então ver algumas maneiras simples de definir o que é Logística.

     

    1 – Definição sob perspectiva histórica: Das origens até dias atuais:

    O termo “logística” origina-se da plavra grega antiga “λογος” (logos – fundamento, opinião, palavra, fala, razão, proporção) e, assim, está em uso há muito mais tempo do que no sentido atual de logística de negócios. A palavra logística em si origina-se na disciplina militar. Havia divisões nas Forças Armadas que eram responsáveis pelo fornecimento das armas, munições e provisões quando elas fossem necessárias, por exemplo quando tinham que se deslocar de suas próprias bases para uma posição avançada. Nesta situação, a Divisão de Logística iria prover todo o suporte necessário para transportar as armas, munições, tendas, alimentos, etc. Nos antigos impérios Grego, Romano e Bizantino havia oficiais militares com o título ‘Logistikas”, que eram responsáveis por questões financeiras, de abastecimento e distribuição. Assim, não é de causar estranheza que o Dicionário Oxford em inglês defina logística como: “O ramo da ciência militar que tem a ver com a aquisição, manutenção e transporte de materiais, pessoas e equipamentos”. Outro dicionário define logística como “o posicionamento de recursos em relação ao tempo”. A logística também é comumente vista como um ramo da engenharia que cria “sistemas de pessoas” ao invés de “sistemas de máquinas”, mas o conceito moderno de logística trata de fornecer serviços que sejam eficazes tanto em relação ao custo quanto em relação ao tempo, para atividades não militares, principalmente comerciais. Este serviço inclui o transporte de mercadorias de um ponto a outro, armazenamento das mesmas em local apropriado, inventário, embalagem, e outras atividades administrativas, tais como o processamento de pedidos.

    Ref.: Dewan Md Zahurul Islam, J. Fabian Meier, Paulus T. Aditjandra, Thomas H. Zunder, Giuseppe Pace – “Logistics and Supply Chain Management” – www.elsevier.com

     

    2 – Definição segundo os dicionários:

    Cambridge Dictionary: “the careful organization of a complicated activity so that it happens in a successful and effective way”. Ou, em tradução livre: Logística é “a organização cuidadosa de uma atividade complexa de tal maneira que ela se realize com sucesso e eficiência”.

     

    Dicio: Substantivo Feminino

    • Organização, gerenciamento, gestão dos detalhes e pormenores de quaisquer atividades: a logística de um projeto, de um filme, de uma campanha política.
    • [Militar] Ação de organizar teoricamente a localização, disposição e transporte dos envolvidos numa operação militar.
    • [Militar] Parte da arte militar que trata dos problemas de transporte e de abastecimento das tropas.

    Etimologia (origem da palavra logística). Do francês logistique.

    • Entre os gregos, seção da aritmética e da álgebra cujo objeto de estudo se refere às quatro operações (adição, subtração, multiplicação e divisão).

    Etimologia (origem da palavra logística). Do grego logistiké; logistikós.é.ón.

     

    Michaelis: “Na Grécia antiga, parte da aritmética e da álgebra relativa às quatro operações (adição, subtração, multiplicação e divisão)”.

     

    3 – Segundo o CSCMP – Conselho Norte-Americano de Profissionais de Gerenciamento de Supply Chain:

    Definição: “Logística é a parte da Cadeia de Suprimentos que planeja, implementa e controla de maneira eficiente e efetiva os fluxos e armazenamentos principais e reversos de bens, serviços, e informação relacionada entre o ponto de origem e o ponto de consumo de maneira a atender as exigências dos clientes.

     

    Delimitação e Relacionamento: “As atividades da logística normalmente incluem o gerenciamento do transporte de entrada e de saída, gerenciamento de frota, armazenamento, manuseio de materiais, atendimento de pedidos, projeto de rede de logística, gerenciamento de estoque, planejamento de oferta / demanda e gerenciamento de prestadores de serviços de logística terceirizados.

    Em graus variados, a função logística também inclui suprimentos e compras, planejamento e programação de produção, embalagem, montagem e atendimento ao cliente. Está envolvida em todos os níveis de planejamento e execução – estratégico, operacional e tático. A Logística é uma função integradora, que coordena e otimiza todas as atividades relacionadas, além de integrar as atividades da logística com outras funções, incluindo marketing, produção, vendas, finanças e tecnologia da informação”.

     

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  • Quais são os 4 tipos de atores envolvidos em um processo Logístico e quais as suas responsabilidades

    Quais são os 4 tipos de atores envolvidos em um processo Logístico e quais as suas responsabilidades

    No processo de transporte de mercadorias, temos sempre várias partes envolvidas, com um complexo sistema de responsabilidades e interesses.

    Temos os embarcadores, os prestadores de serviços de logística, os operadores de transporte e os provedores da infraestrutura. Além disso, pode haver mais de um ator em cada grupo desses, ou ainda um ator responsável por mais de um grupo.

    Mas o que cada uma dessas partes faz e quais suas responsabilidades? É o que vamos procurar esclarecer de forma sucinta neste artigo.

     

    1 – Embarcadores

    Os embarcadores são empresas ou pessoas que estão contratando o transporte ou o serviço de logística. Na maior parte das vezes, mas nem sempre, o embarcador é o remetente (o que está enviando a mercadoria) ou o destinatário (o que está recebendo a mercadoria).

    Mas o embarcador pode, também, ser uma terceira parte. Neste caso, isso significa que nem o remetente e nem o destinatário têm qualquer tipo de relacionamento de negócios com o transportador ou com o provedor de serviços de Logística.

    Assim, há uma relação muito complexa quando tratamos de quem está pagando pelo transporte ou quem está realmente cobrando a performance do transportador ou do prestador de serviços.

     

    2 – Prestadores de Serviço de Logística

    Como no grupo anterior, diferentes atores desempenham este papel em todo o processo Logístico, e podemos dividi-los em três grandes grupos:

                   2.1 – Agentes de Carga (ou Freight Forwarders)

    Agentes de carga, ou freight forwarders são intermediários que vendem serviços de transporte e logística aos embarcadores, e usam os operadores de transporte, operadores de armazenagem ou operadores de outros tipos de serviço de Logística, que são realmente os executores da operação. Eles costumam ter acesso a terminais de vários tipos, onde podem combinar diferentes fluxos de recursos e diferentes fluxos de veículos. O principal para um freight forwarder é utilizar a economia de escala associada a uma grande rede de transporte que pode utilizar uma enorme quantidade de posições de armazenamento, veículos, navios ou aviões para executar uma infinidade de serviços para os embarcadores.

                   2.2 – 3PL

    Third Party Logistic Providers (3PL) são empresas que terceirizam e ficam responsáveis por cuidar das operações logísticas de outra empresa. São, na verdade, uma extensão do papel de um Agente de Carga, tomando mais responsabilidade em todo o processo, podendo talvez operar uma ou mais etapas (armazéns, montagens ou modificações de produto, etc.) e assumindo maior responsabilidade na gestão do processo.

                   2.3 – 4PL

    4PL (Fourth Party Logistics Providers) são muitas vezes o que chamamos de empresas sem ativos, ajudando as outras empresas, por exemplo, na contratação de serviços de transporte, e são muito mais empresas de consultoria do que operadores reais. Podem também ter um papel mais amplo, fornecendo soluções e supervisionando o processo global, mas não participando da gestão do dia-a-dia de nenhuma etapa operacional.

     

    3 – Operadores de Transporte

    São as empresas que fazem o transporte real: Transportadores Rodoviários, que empregam os motoristas ou subcontratam autônomos ficando responsáveis por toda a questão securitária, trabalhista, legal, do transporte, trabalhando para os Freight Forwarders ou diretamente para os embarcadores (agindo com um freight forwarder); Transportadores Ferroviários; Companhias Aéreas; Companhias Marítimas ou Fluviais.

    Estas são as empresas que realmente investem em veículos e embarcações para executar o transporte real.

     

    4 – Provedores de Infraestrutura

    Este importante grupo de interessados é muitas vezes esquecido quando falamos sobre o sistema de transporte. Mas são eles que possuem e mantêm a infraestrutura que precisamos nos diferentes modos de transporte.

    Temos, por exemplo, as estradas. Que podem ser públicas, operadas ou construídas por uma empresa privada. Temos o sistema ferroviário, que é muito intensivo na utilização de capital para sua construção, e nem sempre pertence ao Transportador Ferroviário, que paga pela utilização da infraestrutura. Temos também os portos e aeroportos, que são variantes de uma coisa similar, que pode receber diferentes fluxos e diferentes tipos de veículo.  Por exemplo, tanto navios quanto trens e caminhões podem encontrar-se em um mesmo lugar para carregar, descarregar ou transbordar mercadorias.

     

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