Autor: Diógenes Ferreira Miyata

  • Os 4 tipos de logística que você precisa conhecer!

    Os 4 tipos de logística que você precisa conhecer!

    O conceito de logística é bastante abrangente, no entanto, muitas pessoas imaginam que se trata somente do transporte de mercadorias. A palavra ” logística” é de origem Grega, o seu significado faz referência às “habilidades de raciocínio lógico e cálculo”. Pode-se dizer que no campo empresarial, as táticas logísticas utilizadas é uma inspiração dos campos de batalhas durante a Segunda Guerra Mundial.

    Essa comparação foi feita porque para ganhar uma guerra, os generais precisavam montar esquemas muito complexos e eficientes para armazenar e transportar armas e suprimentos.

    E foi através dessas estratégias que as empresas passaram a se organizar para conseguir o mesmo resultado na logística do seu negócio.

    Portanto, se fosse definir o que é logística em uma só frase, seria: “Planejar, executar, controlar de forma extremamente eficiente o transporte, a movimentação e o armazenamento de produtos e matérias primas dentro e fora das empresas”.

    A logística é uma área que se encarrega de muitas atividades, e possui diferenciações, veja a seguir os 4 tipos de logística que você precisa conhecer:

     

    Logística de Abastecimento

    Planejar e gerenciar os materiais para que eles estejam sempre disponíveis quando solicitados.

    Nessa etapa, o profissional responsável precisa ter conhecimento à respeito do armazenamento e transporte de matéria prima, pois ele precisa assegurar que haverá recursos necessários conforme a demanda.

    Sem mencionar, que esse profissional também precisa gerir os custos dos projetos, ou seja, buscar suprimentos que tenham qualidade, mas também preço competitivos.

     

    Logística Reversa

    Esse é um dos tipos de logística usada para planejar as estratégias de saída, deslocamento e retorno de materiais.

    Além  disso, ela também recupera os suprimentos que sobraram em um processo de produção, montagem ou venda com o objetivo de reintegrar esses materiais ao estoque.

    Citamos um exemplo de empresas que trabalham com essa logística:

    Antigamente, as marcas de refrigerantes vendiam a bebida em garrafas de vidro, entretanto, para comprar novas unidades, os consumidores precisavam levar a garrafa vazia.

    Ou seja, as empresas recebiam de volta esse suprimento e o setor logístico de coleta fazia o controle, já que a respectiva marca do produto tinha que fazer a reutilização desses vasilhames.

    Esse é o papel da logística reversa, ela atua com a sustentabilidade, ou seja, impede que parte dos produtos sejam descartados na natureza e em lugares inapropriados.

    A maioria das fábricas de refrigerantes não trabalham mais com esse tipo de logística, pois mudaram seus vasilhames, em contrapartida, muitas outras empresas fazem isso como a NESPRESSO, que vende cápsulas de café. Eles possuem pontos de recolhimento que vão direto para a reciclagem.

    Empresas que trabalham com a logística reversa estão sempre pensando em como reduzir o impacto que seu produto promove no meio ambiente.

     

    Logística de Distribuição

    Agora estamos falando de uma logística conhecida por muitas pessoas, aquela que é responsável pelo planejamento das entregas.

    O estoque é o coração da empresa, por isso, o centro de distribuição de mercadorias deve ser bem gerido através de diversas etapas, que são:

    • Conferência de cargas
    • Planejamento de roteiro de entregas
    • Controle dos transportes
    • Gestão dos fretes
    • Monitoramento

    Nesse tipo de logístico, o profissional responsável precisa cuidar da reposição do estoque, observar os prazos de validade e inspecionar os equipamentos de carga e descarga.

     

    Logística de Produção

    Muito usada em indústrias, essa modalidade de logística evidencia a conversão da matéria prima em produto final.

    Portanto, o responsável precisa coordenar as etapas de montagem e fabricação objetivando o controle  de fluxo de materiais entre a fábrica e a empresa que na maioria das vezes precisa de uma armazenagem intermediária para manter os postos de trabalho sempre abastecidos.

    Não se pode esquecer que essa logística também envolve o acompanhamento do mercado externo, pois é preciso esse controle para criar um planejamento de produção a curto, médio e longo prazo para prevenir  sobras de mercadorias e prejuízos.

    Através do que foi mencionado acima, é possível perceber que a logística não está relacionada somente às modais de transporte e nem somente ao estoque, mas sim, com toda a cadeia de suprimentos de um negócio.

    Além disso, existem formas de se aperfeiçoar em um desses tipos de logística através de treinamentos e cursos.

     

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  • 5 dicas extremamente úteis sobre controle de estoque para pequenos negócios

    5 dicas extremamente úteis sobre controle de estoque para pequenos negócios

    O controle de estoque para pequenos negócios é essencial, assim como para os médios e grandes. Afinal, é nele que se encontram os ativos da empresa que vão se reverter em lucro.

    O grande problema é que o micro e pequenas empresas acabam negligenciando muito essa parte do controle de estoque, talvez, por falta de experiência dos profissionais e da própria gestão, ou conhecimento em sistemas de gestão que possam facilitar o equilíbrio de entrada e saída de mercadorias.

    À partir do momento que se compreende a necessidade de cuidar do seu patrimônio para controlar as finanças e garantir o crescimento do negócio, o controle de estoque vira uma rotina mais que urgente!

    Abaixo, confira algumas dicas importantes de como fazer o controle de estoque para pequenos negócios de forma simplificada:

     

    Mantenha registros de entradas e saídas

    Médias e Grandes empresas possuem um sistema de gestão para controlar as entradas e saídas. Pequenas empresas e negócios também podem ter, pois já existem softwares especializados em atender o micro e pequeno empreendedor, que aliás, possuem um preço justo.

    No entanto, se sua empresa não vê necessidade de ter um sistema de gestão, pois seu estoque ainda é pequeno e totalmente controlável com anotações, então, é possível elaborar uma planilha simples onde serão anotados as entradas e saídas de cada item.

    Esse simples ato, já permite que a sua empresa saiba a hora exata de fazer a reposição das peças e também, essa ação evita de comprar mais itens que não vendem tanto.

    Mas, lembre-se, se o objetivo do negócio é o crescimento, invista em softwares, eles são práticos e não fazem os funcionários perderem tempo. Os métodos manuais estão caindo em desuso.

     

    Padronize descrição e códigos de mercadorias

    Organização é o ponto chave no controle de estoque para pequenas empresas,  desse modo, todos os funcionários conseguem compreender de que produto está sendo falado.

    A classificação dos itens é fundamental para armazenar o produto de forma correta e simples de serem encontradas. Por exemplo:

    Código – 336366 – Copo para água (Produto) – Categoria (Utilidades de Cozinha).

    Esse controle é perfeito, pois ajuda no armazenamento, cadastro no sistema e também para a venda.

     

    Treinamento dos funcionários

    Por mais que se tenha um grande controle de estoque, ele não serve para absolutamente nada se os profissionais que lidam com os produtos não sabem usar e atualizar o sistema.

    Quando ocorre entrada de itens novos, é necessário cadastrar um por um de maneira correta. O mesmo ocorre quando eles são vendidos, é necessário dar baixa.

    Já existem no mercado softwares integrados que interligam o setor de compras com o estoque, ele centraliza as informações e não permite que haja falta dos itens que são mais vendidos na empresa.

    Aliás, os funcionários que atuam no estoque, compras e vendas precisam se comunicar!

     

    Redução de Perdas e Danos

    Quando a empresa investe em um bom software de gestão e treina a equipe de colaboradores, os problemas com quebras, vencimentos  e perdas de produtos são menores.

    É necessário que haja conscientização que o capital da empresa está aplicado no estoque de produtos, por isso, ele  é um dos setores mais importantes, deve ser cuidado como tal para que a margem de perda seja reduzida.

    Além disso, o trabalho organizado permite que os funcionários prestem mais atenção nos pequenos detalhes, especialmente se a empresa trabalha com produtos perecíveis.

     

    Redução de produtos parados

    Todas as empresas possuem aqueles produtos considerados ” ovelhas negras” e que fazem aniversário nas prateleiras. O controle de estoque para pequenos negócios visa justamente evitar esse tipo de coisa, uma vez que para empresas menores, isso pode representar grandes perdas no faturamento.

    Ter um capital parado não é um bom negócio. Uma gestão eficiente do estoque vai mostrar quais são esse itens que não giram rapidamente, desse modo, é possível promover ações para agilizar a sua saída.

    É fundamental fazer esses produtos parados girarem, pode ser através de promoções. Dessa forma, o dinheiro entra para aplicar em itens que vendem e trazem boa lucratividade para a empresa.

    Outro detalhe muito importante para o controle de estoque para pequenos negócios é manter profissionais no setor de compras atentos as últimas tendências do mercado. Ou seja, é essencial saber o que o cliente está buscando para não errar na compra de materiais e ficar com o estoque parado.

     

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  • Canais de Distribuição, como fator estratégico na excelência de serviços

    Canais de Distribuição, como fator estratégico na excelência de serviços

    Canais de distribuição são um conjunto de ações que envolvem empresas e indivíduos interligados para assegurar que os produtos chegarão ao consumidor final. Se trata de uma função logística que interliga a área comercial e marketing.

    Através do conhecimento dos melhores canais de distribuição as empresas vivenciam o crescimento e o aumento do faturamento. É importante salientar que nos últimos anos, houve uma mudança na forma como o consumidor adquire seus produtos, o empresário de sucesso é aquele que consegue captar a mensagem e ficar no radar desse cliente.

    A ampliação dos canais de distribuição é uma necessidade, sobretudo em tempos de globalização. O Objetivo é oferecer a melhor experiência na compra, excelente custo x benefício e principalmente entender o que o mercado está buscando.

    Entenda que esses canais não são apenas “vendedores”, eles devem ser uma fonte captadora de informações, dessa forma, a empresa consegue gerar mais ” valor” para os clientes.

    Abaixo, conheças os tipos de canais de distribuição e compreenda como eles podem agregar excelência para o negócio:

     

    Canal direto

    As empresas traçam estratégias com base no seu planejamento, obviamente que deve ser levado em conta o tipo de produto e também na relação que os clientes possuem com ele.

    O Canal direto de distribuição se caracteriza quando a empresa entrega o produto  ao cliente, ou seja, ela não possui nenhum intermediário, é uma venda direta.

    Podemos caracterizar dessa forma esse canal de distribuição: Varejo – Consumidor.

    Vantagens:

    • O cliente final vai pagar menos
    • Controle maior da cadeia de distribuição
    • Não é necessário pagar comissões
    • A empresa tem um melhor relacionamento com o cliente

    Desvantagens:

    • Atinge um número menor de clientes
    • Menor propagação da marca
    • O custo de implementação da logística é alto
    • Vende menos

     

    Canal Indireto

    Nesse caso, Intermediadores entregam o produto ao consumidor final, podendo ser caracterizado da seguinte forma:

    • Empresa Fabricante – Atacado – Varejo – Cliente
    • Empresa Fabricante – Distribuidor – Atacado – Varejo – Cliente
    • Empresa fabricante – Varejo – Cliente

    Dentro do canal de distribuição indireto, ainda se encontram as seguintes possibilidades:

    – Sistema de distribuição exclusiva – O produto chega ao ponto de venda através do representante. Nesse caso, somente os pontos de vendas autorizados podem vender o produto.

    – Sistema de distribuição intensiva- Diferentemente do sistema exclusivo, o objetivo é colocar o produto em um número maior de pontos de vendas.

    Vantagens:

    • A empresa consegue vender muito mais, pois com a intermediação é possível atingir mais mercado
    • Aumenta a carteira de clientes
    • A marca fica mais conhecida

    Desvantagens:

    • O produto fica mais caro, sobretudo para o consumidor final
    • É necessário organização e controle maior do administrativo e financeiro
    • A empresa não tem relacionamento com o consumidor final
    • Tem pouco controle da cadeia de distribuição

    Como escolher o melhor canal de distribuição para o negócio?

    Eleger um canal de distribuição dos produtos é uma estratégia para a empresa, no entanto, é necessário avaliar o retorno sobre o investimento.

    Ou seja, os interesses da empresa precisam ser bem estabelecidos, por exemplo:

    • A empresa quer fortalecer a marca?
    • Aumentar as vendas?
    • Ampliar a rede de atendimento?
    • Pretende conhecer melhor seu público alvo?

    Depois de definir o real objetivo do negócio, é preciso estabelecer os custos do produto em cada canal de distribuição. Isso levando em conta as comissões, transporte e outras intermediações que envolvem o canal indireto e o direto.

    É necessário avaliar qual desses canais são mais viáveis para o seu modelo de negócio.

    Por exemplo:

    Às vezes a venda direta pode ser mais custosa de implementar, em contrapartida, ela trará os resultados que você espera para o negócio como: Fortalecimento da marca e relacionamento próximo com os clientes.

    Em contrapartida, estão as vendas indiretas, onde sua empresa não precisa investir tanto dinheiro na implementação, pois vai contar com ajuda de intermediários. Se você pretende vender mais e ampliar a rede de atendimento, essa é uma solução viável.

    Antes de escolher o melhor canal de distribuição, a empresa precisa compreender os seus objetivos a curto e a longo prazo.

     

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  • 5 lições sobre gerenciamento e controle de qualidade que você precisa aprender para ter sucesso

    5 lições sobre gerenciamento e controle de qualidade que você precisa aprender para ter sucesso

    O gerenciamento e controle de qualidade se resume na checagem da qualidade e consistência final de um produto ou serviço. Nesse processo ocorrem o monitoramento de certificação do que de fato está sendo oferecido ao mercado e se realmente comporta os requisitos exigidos.

    Quando se fala de gerenciamento ou de gestão, também se atribui o alinhamento e a padronização dos processos e pessoas para garantir que todos os produtos e serviços oferecidos por aquela companhia, atende os consumidores de maneira satisfatória.

    Todas as empresas, seja de pequeno, médio ou grande porte querem alinhar seus processos para estabelecer padrões de produtos ou serviços. Em contrapartida, elas precisam monitorar e testar a qualidade do que está sendo vendido antes de liberar a comercialização.

    Saiba o que você deve aprender sobre gerenciamento e controle de qualidade para o seu negócio ter sucesso!

     

    Planejar o gerenciamento de qualidade

    Criar estratégias para definir um padrão de qualidade, é uma garantia que toda a equipe tenha um direcionamento, especialmente quando o negócio começa a crescer.

    Imagine a seguinte situação: Você tem uma empresa que confecciona roupas, mas não possui um planejamento à respeito dos tecidos usados e nem um controle de qualidade para avaliar os tamanhos.

    Certamente, o seu negócio corre riscos de vender uma roupa de tamanho G parecendo M, ou seja, sem qualquer padronagem de tecidos e tamanhos. Isso pode fazer com que a marca perca mercado, pois os consumidores podem notar esse deslize, que para ele significa ” falta de padrão e qualidade”.

    Um empresa de sucesso, tem produtos e serviços padronizados, ou seja, não importa o volume e nem quando for vendido. O resultado final sempre será o mesmo.

    Portanto, “Identifique quais são os requisitos e padrões do seu projeto (produto, serviço e procedimentos), coloque tudo no papel para documentar e demonstrar conformidade”.

     

    Execução do plano de qualidade

    É necessário que o projeto saia do papel, ou seja, implantar o sistema de procedimentos em todos os setores da empresa que definem como os processos devem ser feitos.

    Para que isso aconteça, é necessário que a gerência e as lideranças estejam abertos a conviver mais com suas equipes, eles precisam ouvir, motivar, delegar e principalmente, informar mais o pessoal.

    Os líderes são os grandes responsáveis por montar equipes funcionais, são eles que precisar treiná-los para que cumpram as exigências do projeto.

     

    Comunicação efetiva entre os departamentos

    O gerenciamento e controle de qualidade não é responsabilidade de apenas um setor, mas sim, de todos. É uma espécie de cadeia produtiva que precisa andar em sintonia para que no final, o resultado seja o esperado.

    Todos os envolvidos precisam estar alinhados para garantir que tudo saia da maneira esperada.

    Portanto, qualquer problema detectado, deve ser rapidamente reportado entre todos da equipe. Para isso, é indispensável que a empresa tenha algum sistema de comunicação integrada, desse modo, é possível minimizar as falhas.

     

    Inovação

    A qualidade não está somente relacionada a entregar um produto bom para o consumidor, mas sim, em antecipar as suas necessidades, sempre com o comprometimento de melhorar e inovar sempre.

    Uma empresa precisa estar sempre aberta às novas tecnologias, sobretudo, na utilização de indicadores de desempenho.

    Desse modo, é possível criar soluções modernas e principalmente, prevenir crises e problemas que muitas vezes são recorrentes no negócio.

     

    Controlar a qualidade sempre

    O gerenciamento e controle de qualidade é um trabalho constante, ou seja, ele nunca para.

    Esse processo de monitoramento tem o objetivo de registrar a execução das atividades para avaliar como está o desempenho. Dessa forma, é possível perceber se existe alguma necessidade de mudar os processos, matéria prima e até mesmo equipe.

    Gerenciar o sistema de qualidade é fundamental para conquistar e manter clientes.

    Um empresário de sucesso nunca se acomoda, ele é um visionário que prevê as mudanças no mercado, por isso, está sempre a espreita procurando melhorar sempre.

    As lições aprendidas tem como objetivo a ” melhoria contínua”, pois é através disso que a capacidade de alcançar um nível de excelência aumenta.

    Fazer os registros dos erros e acertos é a melhor forma de aprender e tornar um projeto cada vez melhor.

     

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  • 3 maneiras diferentes de definir o que é Logística

    3 maneiras diferentes de definir o que é Logística

    Todas as pessoas contratam ou são beneficiárias de serviços de encomenda, transporte e logística, e muitas pessoas até mesmo trabalham diretamente com Logística. Mas todas as pessoas sabem realmente o que é Logística? Vamos então ver algumas maneiras simples de definir o que é Logística.

     

    1 – Definição sob perspectiva histórica: Das origens até dias atuais:

    O termo “logística” origina-se da plavra grega antiga “λογος” (logos – fundamento, opinião, palavra, fala, razão, proporção) e, assim, está em uso há muito mais tempo do que no sentido atual de logística de negócios. A palavra logística em si origina-se na disciplina militar. Havia divisões nas Forças Armadas que eram responsáveis pelo fornecimento das armas, munições e provisões quando elas fossem necessárias, por exemplo quando tinham que se deslocar de suas próprias bases para uma posição avançada. Nesta situação, a Divisão de Logística iria prover todo o suporte necessário para transportar as armas, munições, tendas, alimentos, etc. Nos antigos impérios Grego, Romano e Bizantino havia oficiais militares com o título ‘Logistikas”, que eram responsáveis por questões financeiras, de abastecimento e distribuição. Assim, não é de causar estranheza que o Dicionário Oxford em inglês defina logística como: “O ramo da ciência militar que tem a ver com a aquisição, manutenção e transporte de materiais, pessoas e equipamentos”. Outro dicionário define logística como “o posicionamento de recursos em relação ao tempo”. A logística também é comumente vista como um ramo da engenharia que cria “sistemas de pessoas” ao invés de “sistemas de máquinas”, mas o conceito moderno de logística trata de fornecer serviços que sejam eficazes tanto em relação ao custo quanto em relação ao tempo, para atividades não militares, principalmente comerciais. Este serviço inclui o transporte de mercadorias de um ponto a outro, armazenamento das mesmas em local apropriado, inventário, embalagem, e outras atividades administrativas, tais como o processamento de pedidos.

    Ref.: Dewan Md Zahurul Islam, J. Fabian Meier, Paulus T. Aditjandra, Thomas H. Zunder, Giuseppe Pace – “Logistics and Supply Chain Management” – www.elsevier.com

     

    2 – Definição segundo os dicionários:

    Cambridge Dictionary: “the careful organization of a complicated activity so that it happens in a successful and effective way”. Ou, em tradução livre: Logística é “a organização cuidadosa de uma atividade complexa de tal maneira que ela se realize com sucesso e eficiência”.

     

    Dicio: Substantivo Feminino

    • Organização, gerenciamento, gestão dos detalhes e pormenores de quaisquer atividades: a logística de um projeto, de um filme, de uma campanha política.
    • [Militar] Ação de organizar teoricamente a localização, disposição e transporte dos envolvidos numa operação militar.
    • [Militar] Parte da arte militar que trata dos problemas de transporte e de abastecimento das tropas.

    Etimologia (origem da palavra logística). Do francês logistique.

    • Entre os gregos, seção da aritmética e da álgebra cujo objeto de estudo se refere às quatro operações (adição, subtração, multiplicação e divisão).

    Etimologia (origem da palavra logística). Do grego logistiké; logistikós.é.ón.

     

    Michaelis: “Na Grécia antiga, parte da aritmética e da álgebra relativa às quatro operações (adição, subtração, multiplicação e divisão)”.

     

    3 – Segundo o CSCMP – Conselho Norte-Americano de Profissionais de Gerenciamento de Supply Chain:

    Definição: “Logística é a parte da Cadeia de Suprimentos que planeja, implementa e controla de maneira eficiente e efetiva os fluxos e armazenamentos principais e reversos de bens, serviços, e informação relacionada entre o ponto de origem e o ponto de consumo de maneira a atender as exigências dos clientes.

     

    Delimitação e Relacionamento: “As atividades da logística normalmente incluem o gerenciamento do transporte de entrada e de saída, gerenciamento de frota, armazenamento, manuseio de materiais, atendimento de pedidos, projeto de rede de logística, gerenciamento de estoque, planejamento de oferta / demanda e gerenciamento de prestadores de serviços de logística terceirizados.

    Em graus variados, a função logística também inclui suprimentos e compras, planejamento e programação de produção, embalagem, montagem e atendimento ao cliente. Está envolvida em todos os níveis de planejamento e execução – estratégico, operacional e tático. A Logística é uma função integradora, que coordena e otimiza todas as atividades relacionadas, além de integrar as atividades da logística com outras funções, incluindo marketing, produção, vendas, finanças e tecnologia da informação”.

     

    Confira também: Quais são os 4 tipos de atores envolvidos em um processo Logístico e quais as suas responsabilidades

  • Quais são os 4 tipos de atores envolvidos em um processo Logístico e quais as suas responsabilidades

    Quais são os 4 tipos de atores envolvidos em um processo Logístico e quais as suas responsabilidades

    No processo de transporte de mercadorias, temos sempre várias partes envolvidas, com um complexo sistema de responsabilidades e interesses.

    Temos os embarcadores, os prestadores de serviços de logística, os operadores de transporte e os provedores da infraestrutura. Além disso, pode haver mais de um ator em cada grupo desses, ou ainda um ator responsável por mais de um grupo.

    Mas o que cada uma dessas partes faz e quais suas responsabilidades? É o que vamos procurar esclarecer de forma sucinta neste artigo.

     

    1 – Embarcadores

    Os embarcadores são empresas ou pessoas que estão contratando o transporte ou o serviço de logística. Na maior parte das vezes, mas nem sempre, o embarcador é o remetente (o que está enviando a mercadoria) ou o destinatário (o que está recebendo a mercadoria).

    Mas o embarcador pode, também, ser uma terceira parte. Neste caso, isso significa que nem o remetente e nem o destinatário têm qualquer tipo de relacionamento de negócios com o transportador ou com o provedor de serviços de Logística.

    Assim, há uma relação muito complexa quando tratamos de quem está pagando pelo transporte ou quem está realmente cobrando a performance do transportador ou do prestador de serviços.

     

    2 – Prestadores de Serviço de Logística

    Como no grupo anterior, diferentes atores desempenham este papel em todo o processo Logístico, e podemos dividi-los em três grandes grupos:

                   2.1 – Agentes de Carga (ou Freight Forwarders)

    Agentes de carga, ou freight forwarders são intermediários que vendem serviços de transporte e logística aos embarcadores, e usam os operadores de transporte, operadores de armazenagem ou operadores de outros tipos de serviço de Logística, que são realmente os executores da operação. Eles costumam ter acesso a terminais de vários tipos, onde podem combinar diferentes fluxos de recursos e diferentes fluxos de veículos. O principal para um freight forwarder é utilizar a economia de escala associada a uma grande rede de transporte que pode utilizar uma enorme quantidade de posições de armazenamento, veículos, navios ou aviões para executar uma infinidade de serviços para os embarcadores.

                   2.2 – 3PL

    Third Party Logistic Providers (3PL) são empresas que terceirizam e ficam responsáveis por cuidar das operações logísticas de outra empresa. São, na verdade, uma extensão do papel de um Agente de Carga, tomando mais responsabilidade em todo o processo, podendo talvez operar uma ou mais etapas (armazéns, montagens ou modificações de produto, etc.) e assumindo maior responsabilidade na gestão do processo.

                   2.3 – 4PL

    4PL (Fourth Party Logistics Providers) são muitas vezes o que chamamos de empresas sem ativos, ajudando as outras empresas, por exemplo, na contratação de serviços de transporte, e são muito mais empresas de consultoria do que operadores reais. Podem também ter um papel mais amplo, fornecendo soluções e supervisionando o processo global, mas não participando da gestão do dia-a-dia de nenhuma etapa operacional.

     

    3 – Operadores de Transporte

    São as empresas que fazem o transporte real: Transportadores Rodoviários, que empregam os motoristas ou subcontratam autônomos ficando responsáveis por toda a questão securitária, trabalhista, legal, do transporte, trabalhando para os Freight Forwarders ou diretamente para os embarcadores (agindo com um freight forwarder); Transportadores Ferroviários; Companhias Aéreas; Companhias Marítimas ou Fluviais.

    Estas são as empresas que realmente investem em veículos e embarcações para executar o transporte real.

     

    4 – Provedores de Infraestrutura

    Este importante grupo de interessados é muitas vezes esquecido quando falamos sobre o sistema de transporte. Mas são eles que possuem e mantêm a infraestrutura que precisamos nos diferentes modos de transporte.

    Temos, por exemplo, as estradas. Que podem ser públicas, operadas ou construídas por uma empresa privada. Temos o sistema ferroviário, que é muito intensivo na utilização de capital para sua construção, e nem sempre pertence ao Transportador Ferroviário, que paga pela utilização da infraestrutura. Temos também os portos e aeroportos, que são variantes de uma coisa similar, que pode receber diferentes fluxos e diferentes tipos de veículo.  Por exemplo, tanto navios quanto trens e caminhões podem encontrar-se em um mesmo lugar para carregar, descarregar ou transbordar mercadorias.

     

    Confira também: Entenda a importância do Excel em 3 áreas do mercado de trabalho e prepare-se para elas

  • Entenda a importância do Excel em 3 áreas do mercado de trabalho e prepare-se para elas

    Entenda a importância do Excel em 3 áreas do mercado de trabalho e prepare-se para elas

    O Excel é uma das ferramentas mais fundamentais no trabalho de empresas e pessoas no mundo todo. O software da Microsoft oferece uma infinidade de possibilidades de tarefas que facilitam a vida nos escritórios.

    Seja para utilização como ferramenta de gestão financeira, montagem de planilhas ou para diferentes cálculos de controle, o Excel é praticamente indispensável para empresas de portes diversos.

    Por isso, quem deseja entrar no mercado de trabalho ou crescer profissionalmente dentro de uma corporação, pode entender que dominar o Excel pode ser o diferencial que você precisava.

    Utilizado por milhões de pessoas diariamente, o Excel apresenta inúmeras funções e tarefas. Entretanto, separamos aqui algumas áreas de trabalho em que o software é mais utilizado:

     

    Excel nas finanças

    No setor financeiro de empresas de todos os portes, o Excel é muito utilizado. É possível elaborar um fluxo de caixa complexo, disponibilizando planilhas e/ou colunas de entradas, saídas, lucro bruto e renda líquida.

    Além disso, para relatórios mais detalhados, é possível cadastrar funcionários e montar um plano de desconto dos salários com facilidade.

    Detalhando todos os relatórios e tornando o programa cada vez mais específico e com modelos já prontos para cada mês, você consegue ter um controle financeiro efetivo e específico para a realidade de sua empresa.

     

    Mensuração e controle de dados

    Controle de dados pode parecer uma expressão muito empresarial, mas é necessária tanto para a vida pessoal quanto para a vida profissional. Atualmente, o funcionamento da sociedade é entorno de dados.

    Você tem senhas para redes sociais, endereços, coordenadas, links e muitas outras informações que, a longo prazo, podem se perder e fazer com que os processos sejam executados de forma lenta. Tendo um acompanhamento de dados por meio de planilhas, isso fica muito mais fácil.

    Algumas funções e programas complementares ao Excel, como o Power BI, facilitam ainda mais o trabalho com a análise desses dados.

     

    Logística

    Sabemos que no trabalho de logística qualquer erro ou informação trocada por gerar um problema em toda a cadeia. É por isso, que as planilhas e fluxos de controle criados no Excel são tão importantes para a área.

    É possível, por exemplo, criar controles de estoque, de entradas e saídas, acompanhar o desempenho e o custo da frota, criar controle de jornadas de motoristas e outros colaboradores, e muito mais com o Excel.

     

    O Excel é realmente muito utilizado nas empresas do mundo todo. Porém, nem todos utilizam a ferramenta da melhor maneira, aproveitando ao máximo o que ele oferece.

    Por isso, conhecer dicas, macetes e possibilidades da ferramenta nunca é demais. É por isso que aqui na Academia da Logística estamos preparando a melhor série de cursos de Excel para você dominar esta ferramenta como poucos. Acompanhe-nos aqui e fique atento às novidades!

     

    Confira também: 7 Dicas para Definir Boas Metas Para Sua Logística em 2019

  • 7 Dicas para Definir Boas Metas Para Sua Logística em 2019

    7 Dicas para Definir Boas Metas Para Sua Logística em 2019

    Embora os bons gestores saibam que o planejamento estratégico é fundamental para o sucesso de todos os processos em logística, essa etapa inicial não é tarefa simples.

    É importante prever as situações que podem colocar em risco o fluxo das tarefas para garantir agilidade na resolução de problemas. E tudo isso começa com a assertividade na escolha dos objetivos a serem alcançados.

    Por isso, no artigo de hoje, apresentamos 7 dicas essenciais para ensinar aos gestores como definir metas em logística que garantam ótimos resultados. Confira!

     

    Estabeleça objetivos realistas

    A primeira dica pode parecer óbvia, mas muitas vezes é esquecida pelos gestores. Para cada objetivo estabelecido em logística é preciso haver condições reais de sucesso. Caso contrário, o que deveria ser um mecanismo de motivação e orientação da equipe de colaboradores passa a atuar como um fator que desencoraja o comprometimento.

    Para isso, é preciso conhecer as potencialidades dos funcionários, com atenção para demandas de treinamento, e avaliar todos os processos relativos à logística tanto no ambiente interno quanto no ambiente externo.

    Assim, a definição de metas em logística começa bem antes, no processo de elaboração do plano estratégico da empresa, com definição de oportunidades e desafios para todas as áreas da empresa.

     

    Valorize o planejamento estratégico

    O planejamento estratégico precisa ser feito de maneira colaborativa e integrada, envolvendo todas as rotinas administrativas e operacionais.

    É possível tanto utilizar as ferramentas de análise já conhecidas quanto investir na elaboração de um instrumento personalizado, que considere cada detalhe do negócio, sempre com atenção especial para as necessidades em logística.

    Ao conhecer bem as realidades micro e macro é possível traçar metas atingíveis, que estejam realmente alinhadas com as demandas do negócio e com as habilidades e capacidades de toda a equipe de funcionários.

    Uma etapa muito importante do planejamento estratégico diz respeito à definição dos indicadores de resultados, capazes de acompanhar a evolução da equipe e a execução das tarefas de maneira eficaz, apontando as correções necessárias.

     

    Defina indicadores de desempenho simples

    Além de saber como definir metas realistas e bem planejadas, é preciso estabelecer bons indicadores de desempenho para mensurar os resultados alcançados e para identificar e corrigir os possíveis erros nos processos.

    É necessário estabelecer parâmetros simples, que sejam facilmente identificados por todos os gestores e colaboradores envolvidos nas ações de logística, tais como “performance de entrega”, “prazos excedidos” e “índice de reclamações dos destinatários”

    Perguntas sobre as lacunas e os pontos de melhoria também são importantes, sobretudo para que o processo de avaliação de desempenho possa ser feito de maneira colaborativa.

    O acompanhamento e análise dos resultados pode ser beneficiado por diversas soluções em tecnologia disponíveis no mercado.

     

    Invista na automatização dos processos

    A automatização da gestão empresarial é cada vez mais definitiva, inclusive em logística. A todo momento, surgem dispositivos capazes de acompanhar as rápidas mudanças do mercado.

    O setor especializado em logística disponibiliza uma infinidade de softwares e programas de gestão elaborados especificamente para solucionar os problemas relativos a transporte de cargas, estoque e entrega de insumos para produção dos mais diversos tipos de negócio.

    Uma vantagem da automatização em logística é a possibilidade de acompanhar a execução dos processos de maneira remota, trazendo mais rapidez e segurança para a solução de problemas.

    Conhecendo a fundo as demandas da sua empresa e as potencialidades que as ferramentas digitais oferecem, é possível compreender como definir metas em logística de maneira mais assertiva.

    A inovação e o investimento em tecnologia podem promover melhorias também no relacionamento com os fornecedores e clientes, o que é extremamente necessário o sucesso de todos os processos de logística.

     

    Cultive um relacionamento transparente com os fornecedores

    Acompanhando a tendência da digitalização dos processos, a comunicação organizacional passou por mudanças que permitem às empresas estabelecer diálogos mais próximos com os fornecedores e os demais públicos estratégicos.

    Para que as demandas em logística sejam atendidas plenamente, é preciso construir uma relação de confiança com os fornecedores.

    A partir de então, é possível aos gestores fazer intervenções que possam corrigir desvios de maneira mais rápida, otimizando os resultados.

    No entanto, os fornecedores contratados precisam estar em sintonia com os objetivos estratégicos do negócio.

    Assim, todo o comprometimento com a qualidade e a eficiência praticado pelos gestores e funcionários internamente terá continuidade no ambiente externo à empresa.

    Esse relacionamento transparente entre empresa e fornecedores pode oferecer diversas vantagens, tais como redução de custos, melhoria da qualidade dos produtos e serviços, compartilhamento de conhecimento e aumento da produtividade, entre outros benefícios alinhados à sustentabilidade.

     

    Garanta práticas sustentáveis

    No mercado atual, cada vez mais competitivo, a definição de metas em logística não pode ignorar a importância da sustentabilidade.

    É preciso ter atenção com o descarte adequado de resíduos, com o reaproveitamento da água e com a instalação de equipamentos capazes de gerar menor consumo de energia elétrica, dentre outras práticas sustentáveis aplicáveis a todas as etapas dos processos de logística

    Esse cuidado é importante para garantir não apenas a economia de recursos ou a preservação do meio ambiente, mas também para satisfazer as exigências de consumidores bastante preocupados com a responsabilidade social das empresas.

     

    Divida responsabilidades com clareza

    Para que todos os colaboradores possam se comprometer com o sucesso das tarefas é necessário definir as responsabilidades com clareza, demonstrando o quanto o trabalho em equipe é importante em todas as etapas.

    Nesse sentido, o diálogo para alinhar expectativas é fundamental para que cada pessoa possa desempenhar suas tarefas com motivação, seja ela um funcionário da empresa ou um fornecedor externo.

    Vale a pena estabelecer reuniões periódicas de análise de resultados e compartilhamento de ideias, sempre no intuito de tornar os processos mais eficazes e rentáveis.

     

    Viu só como definir metas em logística pode ser bem mais simples do que você imaginava? Se você gostou do nosso artigo, compartilhe com seus contatos nas redes sociais e ajude outros gestores a encontrarem soluções simples para os problemas do dia a dia organizacional.

     

    Fonte: Patrus

     

    Confira também: 6 sugestões para reduzir o custo operacional da sua frota

  • 6 sugestões para reduzir o custo operacional da sua frota

    6 sugestões para reduzir o custo operacional da sua frota

    Para manter sua empresa sem trabalhar no vermelho, é fundamental reduzir os custos com a frota. No entanto, isso deve ser feito de forma planejada e equilibrada, para não sacrificar o desempenho operacional e a qualidade no serviço.

     

    Veja aqui 6 práticas que podem ajudá-lo a reduzir o custo operacional da gestão de frotas.

     

    Acompanhe seus custos

    Para criar estratégias e reduzir os custos de forma correta, primeiramente é importante que o gestor de frotas os compreenda e os monitore de maneira integral. Somente desta forma um plano eficaz pode ser traçado de maneira a trazer otimização. Monitore de maneira estruturada, por exemplo:

    • custos por viagem;
    • custos por motoristas;
    • custos por veículo;
    • custos por rota;
    • custos com manutenção corretiva;
    • custos com manutenção corretiva; etc.

    Existem alguns softwares de gestão que podem auxiliar nessa etapa e, dependendo do tamanho de sua frota, são extremamente necessários. Para determinar qual o melhor programa, busque na internet informações, converse com outros colegas que tenham algum conhecimento sobre o assunto e então decida por aquele mais satisfatório ao seu caso.

     

    Manutenção

    Realizar a manutenção preventiva contribui muito para uma boa gestão de frotas. Alguns responsáveis por cuidar dessa parte consideram um ônus a prevenção, entretanto isso pode significar a redução de custos maiores.

    Imagine que numa inspeção de rotina dos veículos, é encontrado um pequeno problema e que facilmente pode ser consertado. O que hoje é apenas um “probleminha”, amanhã pode se tornar uma dor de cabeça muito maior.

    Outra alternativa que você deve levar em consideração é a terceirização da manutenção de sua frota. Mesmo que tenha um bom volume de “carros” na garagem é muito difícil manter um profissional para cada área de manutenção da empresa.

    Portanto, pode valer a pena manter uma equipe apenas para serviços básicos, terceirizando a maior parte das demandas, como:

    • pinturas;
    • reparos em transmissões;
    • soldagens.

    Um ponto muito importante dentro do tema manutenção, são aqueles elementos que já necessitam de muitos reparos e estão se tornando uma dor de cabeça no orçamento. Muitas vezes se livrar de objetos obsoletos e comprar novos é melhor do que mantê-los gerando gastos e mais gastos à empresa.

     

    Planeje bem suas rotas

    O planejamento de rotas define os melhores percursos aos veículos e muito mais do que uma simples tomada de decisão, ele pode aprimorar o serviço de sua empresa e prevenir custos. Os principais benefícios desse planejamento são:

    • otimização de tempo de transporte;
    • economia de combustível;
    • redução de custos operacionais.

     

    Sistema de acompanhamento por câmeras

    Ainda pouco utilizado, o sistema de monitoramento por câmeras auxilia muito quem cuida da gestão de frotas. Dessa maneira é possível manter um fluxo de informações constante, que podem ser analisadas e transformadas em otimizações posteriores.

    Você também pode acompanhar os motoristas e reportar aos clientes qual é a situação atualizada de suas cargas – caso de transportadoras.  Com a transmissão em tempo real das imagens das câmeras, outro benefício é a segurança de cargas e ônibus.

    O fator segurança pode ser pontual para redução de gastos, uma vez que em casos de negligência dos motoristas você facilmente perceberá, alertando para não mais cometer erros. Em casos de extravio ou roubo de cargas as câmeras também são muito eficientes e podem contribuir bastante, evitando gastos maiores com ressarcimentos de clientes.

     

    Uso de produtos de qualidade na gestão de frotas

    Para manter sua frota sempre ativa e com o mínimo de carros parados, realizar a manutenção e utilizar produtos de qualidade é fundamental. É o caso dos combustíveis, peças de reposição, acessórios e óleos lubrificantes.

    Os motores são exigidos diariamente e necessitam que a gestão da frota inclua produtos e outros elementos que proporcionem durabilidade, performance e resistência. Os lubrificantes, por exemplo, são fundamentais nessa parte e podem minimizar os gastos com consertos de peças do motor.

     

    Estabeleça metas mensuráveis

    Para atingir melhores resultados e poder acompanhá-los, você pode trocar aquelas famosas frases: “economizar dinheiro” por cortar custos em 10% até o final do ano. Feito isso, crie submetas que direcionam a obtenção dos resultados e realizar essas reduções. Encontrar fornecedores mais baratos para correias, mangueiras e filtros, por exemplo.

    Outro exemplo: diminuir em 5% os custos com combustíveis. Isso pode ser desdobrado em treinamento para os motoristas, menor periodicidade na verificação dos veículos, verificação dos tanques de abastecimento (em caso de abastecimento interno), negociação com fornecedores, implementação de programas de prevenção de perdas e furtos, etc.

     

    A gestão de frotas não é tarefa fácil e exige muita atenção de quem está no controle. Além de todos os problemas que surgem, encontrar saídas para minimizar os custos torna as coisas ainda mais desgastantes.

    Contudo, se você fizer a manutenção preventiva, investir em tecnologias de inovação e treinamento, e não deixar de contar com produtos de qualidade, isso pode ser facilmente resolvido e inclusive melhorado.

     

    Confira também: 6 dicas poderosas para a gestão de transportes de sua empresa

     

  • 6 dicas poderosas para a gestão de transportes de sua empresa

    6 dicas poderosas para a gestão de transportes de sua empresa

    Não importa se sua empresa é pequena, média ou grande. Independente do segmento, em determinados momentos você vai precisar contratar serviços de transporte ou entregas de encomendas. Seu cliente, cada dia mais exigente, demanda uma logística impecável, baseada em agilidade e qualidade. Por isso, uma boa gestão de transportes é decisiva para a satisfação do cliente e, consequentemente, para o sucesso da empresa.

    Pensando em otimizar essa tarefa, trazemos 6 dicas que o auxiliarão na organização da rotina de processos de logística da sua empresa. Acompanhe!

     

     

    Planejamento, planejamento e planejamento

    “Boa sorte é o que acontece quando a oportunidade encontra o planejamento.”

    Thomas Edison

     

    Entre fechar um pedido com o cliente até a sua efetiva entrega, diversas são as etapas envolvidas. Ter controle de cada uma delas é essencial para que bons resultados sejam alcançados. Mas isso só será possível com um bom planejamento.

    Prever necessidades, definir estratégias e designar as pessoas certas para cada tarefa entram no planejamento da logística. Você, enquanto gestor, deve ter tudo isso em mente, desde o modelo das embalagens utilizadas no transporte até os veículos que serão empregados nesse processo. Claro, contando com o auxílio da sua equipe e de recursos tecnológicos.

    Planejar significa buscar sempre a maneira mais inteligente de desempenhar uma tarefa, de modo a evitar inconsistências. Assim, por exemplo, você pode se atentar a rotas de entregas, pontos de coleta de mercadorias, veículos mais adequados para cada tipo de transporte etc. Enfim, tudo aquilo que possa ser pensado com antecedência e que contribuirá para um fluxo de trabalho livre de surpresas!

     

     

    Conheça melhor seus prestadores de serviço de transporte

    “A parceria duradoura entre fornecedores e clientes depende do desenvolvimento de confiança entre o cliente, o vendedor e a empresa.”

    Ataíde Lemos

     

    Como dissemos, da compra de um produto pelo cliente até a sua efetiva entrega, muitas serão as etapas percorridas. Uma delas certamente será desempenhada por uma ou mais transportadoras. Dessa forma, conhecê-las é uma medida indispensável para melhorar a gestão de transportes na sua empresa.

    Contar com os serviços de transportadoras de confiança evita uma série de problemas com a logística. Por exemplo, o respeito aos prazos acordados com o cliente (como sabemos, as reclamações por atrasos na entrega são as campeãs na lista de insatisfações dos consumidores) e a garantia de que os produtos chegarão em perfeitas condições ao seu destino.

    Portanto, busque sempre levantar o maior número de informações acerca da transportadora, para conhecer a sua política e a qualidade dos serviços prestados. Afinal, é a reputação da sua empresa que está em jogo: se houver um atraso, o cliente não vai querer saber quem foi o responsável!

     

     

    Antecipe demandas

    “Saber para prever, a fim de poder.”

    Auguste Comte

     

    A chave para um serviço de transporte ágil e eficiente está na capacidade da empresa em antecipar demandas.

    Isso quer dizer que antecipar necessidades é a melhor maneira de planejar o futuro e evitar imprevistos que não possam ser contornados. Por isso, o gestor de logística deve estar atento a todos os sinais que mostrem que ela deverá se preparar para uma situação anormal.

    Por exemplo: o anúncio de que algum imposto cobrado nos transportes ficará mais caro em determinado estado do país. Isso poderá afetar o preço do frete cobrado da transportadora. Como consequência, suas atividades também ficarão mais caras.

    Além desta, uma outra situação bem comum é o aumento nas vendas em determinadas épocas do ano, como o Natal. Isso obriga a empresa a planejar sua logística para atender a todo o volume de entregas sem prejudicar a agilidade e a eficiência.

    Prever ocorrências desse tipo é a melhor forma de evitar problemas e interrupções nas suas entregas, além de ser uma boa oportunidade de mostrar ao cliente seu compromisso e respeito com os prazos acordados.

     

     

    Implemente sistemas automatizados de controle

    “Se criastes uma máquina que te cativa, crie outra que te liberte.”

    Elcio Souza Geremias

     

    Lidar com logística envolve o acompanhamento de muitos processos, o que exige organização e precisão do gestor. Mesmo assim, elas podem se tornar mais simples com a utilização de sistemas informatizados de controle!

    A tecnologia, de modo geral, oferece soluções inovadoras para uma infinidade de processos dentro de uma empresa. Na gestão de transportes, já existem sistemas de monitoramento de cargas, pagamento automatizado de pedágios, dentre outras facilidades. Para o trabalho interno à empresa, podemos citar sistemas ERP para controle de estoque, embalamento, pesagem, dentre outros.

    Tudo isso representa uma melhora na gestão do transporte, pois fica mais simples obter informações reais e confiáveis, além de ser possível gerenciar todos os processos de forma centralizada!

     

     

    Invista em sub-contratação

    Quando o assunto é gestão de transporte, há um ponto que deve ser bem avaliado na hora de definir como ele acontecerá. Afinal, a depender do volume de entregas e do porte da empresa, manter uma frota de veículos pode ser inviável.

    Custear manutenção, combustível, seguro e outras despesas pode não ser o mais inteligente a fazer caso a empresa não tenha a estrutura adequada e nem o suporte financeiro para isso.

    Nesse caso, contratar uma empresa de transporte é uma alternativa muito eficaz, pois reduz os gastos e permite chegar a diferentes localidades de maneira mais rápida e barata.

    O setor de logística deve considerar essa possibilidade quando necessário e procurar os serviços de empresas sérias, que prestarão o serviço com qualidade e a preços competitivos, para que a lucratividade da sua empresa não seja comprometida.

     

     

    Faça logística estratégica

     “Uma empresa sem estratégia faz qualquer negócio.”

    Michael Porter

     

    Um dos pontos mais difíceis na hora de gerir os processos logísticos de uma empresa tem a ver com a maneira com que todo o processo é pensado. Em um país com dimensões continentais como o Brasil, o transporte deve ser bem organizado se quiser ser mais ágil e eficiente.

    Por isso, é fundamental analisar bem a posição geográfica (cidades polo) dos pontos de distribuição da sua empresa, levando em consideração a qualidade das estradas, custo dos pedágios e principalmente o volume de entregas para essa região.

    Por exemplo, a região Sudeste é uma das localidades onde se encontram algumas das maiores cidades do país. Desse modo, é interessante ter um centro de distribuição por lá, já que fica mais fácil escoar os pedidos.

     

    Por fim, esteja atento a todas essas variáveis para otimizar a gestão de transportes da sua empresa. Seguir as dicas que listamos pode ser um começo. Agora é com você!

     

    Confira também: 10 principais etapas para realizar o inventário do seu estoque